sábado, 23 de agosto de 2008

Roséola infantil



Pedro teve ROSÉOLA, 3 dias de febre alta, chegou a 39,9ºC! E depois disso apareceram as "pintinhas" vermelhas no corpo. Foram dias de muita preocupação, muito antitérmico e muito banho frio!!!
A roséola infantil é uma infecção viral contagiosa que afeta os bebês e as crianças pequenas, provocando erupções e febre alta.
A roséola costuma aparecer na Primavera e no Outono, por vezes em surtos locais. A causa mais frequente é o herpesvírus 6, um dos vírus que provocam herpes.
Sintomas e diagnóstico
Os sintomas começam ao 5.º ou 15.º dia depois da infecção. A febre sobe repentinamente para 39,4ºC ou 40,5ÞC e dura 3 a 5 dias. As convulsões, conhecidas como ataques febris, são muito frequentes durante as primeiras horas da infecção, sobretudo à medida que a temperatura sobe. Apesar da febre alta, a criança está normalmente desperta e activa. Podem dilatar-se os gânglios linfáticos localizados na parte posterior da cabeça, dos lados do pescoço e por trás das orelhas. O baço também pode dilatar-se ligeiramente. A febre normalmente desaparece ao 4.º dia.
Aproximadamente 30 % das crianças apresentam uma erupção à medida que a febre desce. Esta é vermelha e plana, mas pode ter áreas elevadas, principalmente no peito e no abdómen, e menos extensivamente na cara, nos braços e nas pernas. Não dá comichão e pode durar entre algumas horas e 2 dias.
O médico faz o diagnóstico baseando-se nos sintomas. Normalmente, não são necessárias análises de anticorpos nem culturas do vírus.
Tratamento
Os sintomas tratam-se conforme a necessidade. É importante reduzir a febre, sobretudo se a criança tiver tido ataques febris. Pode-se utilizar paracetamol ou ibuprofeno para a reduzir, mas não aspirina. Esta não é aconselhável para as crianças e para os adolescentes porque aumenta o risco da síndroma de Reye.

Fonte

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sábado, 9 de agosto de 2008

Feliz dia dos pais, meu papaizinho!


Quem disse
que por de trás daquela barba
que nos arranha o rosto
não tem um coração moleque
querendo brincar?

Quem disse
que por detrás daquela voz grossa
não tem um menino criativo querendo falar?

Quem foi que falou
que aquelas mãos grandes
não sabem fazer carinho se o filho chorar?

Quem foi que pensou,
que aqueles pés enormes,
não deslizam suaves na calada da noite,
para o sono do filho velar?

Quem é que achou
que no fundo do peito largo e viril
não tem um coração de pudim,
quando o filho amado,
com um sorriso largo se põe a chamar?

Quem foi que determinou
que aquele coroa,
de cabelos brancos não sabe da vida
para querer me ensinar?

Pai, você me escolheu filho,
eu te fiz exemplo!

Feliz dia dos pais, meu PAPAIZINHO!

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Brinquedo ideal para bebê de 6 meses a 1 ano



Com seis meses o bebê consegue ficar sentado mais firmemente e seu desenvolvimento motor e intelectual já permite brincadeiras mais divertidas, como bater os brinquedos contra a beira da cama e encontrar objetos escondidos. Nessa fase, eles conseguem se deslocar do lugar e até segurar um objeto com cada mão. Brinquedos flutuantes entram no seu campo de interesse e o banho fica mais divertido com patinhos de borracha que bóiam na água.

Quando um bebê já consegue sentar-se está pronto para brincar com cubos que tenham guizos embutidos ou ilustrações, com copos ou caixas que se encaixam uns dentro dos outros e com brinquedos ou argolas empilháveis.

O desenvolvimento social da criança é expressivo no oitavo mês. Ele já participa ativamente de brincadeiras como esconde-esconde e troca sinais com os adultos. Os pais podem introduzir brincadeiras como fazer caretas e sons para a criança imitar, bater palma, brincar de pegar e soltar e colocar o bebê a cavalo sobre a barriga. Brinquedos para martelar, empilhar e desmontar podem distrair a criança durante certo tempo.

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sábado, 26 de julho de 2008

6 meses


O bebê tem mais do dobro do peso no nascimento e já consegue manter-se sentado, com as costas apoiadas. Mexe livremente os pés e as mãos e quando está de pé consegue suster, durante um instante, o peso do corpo sobre as pernas. Agarra os brinquedos facilmente e revela um interesse crescente, observando com curiosidade tudo o que o rodeia. Diante do espelho, reconhece a sua imagem e a das outras pessoas. Atende às palavras e responde com sons. O esboço de sorrisos torna-se selectivo e mostra contentamento ao trocar sorrisos, olhares e gestos com os seus pais. Gosta que brinquem com ele e consegue estar sentado desde que tenha apoio. Muda de humor muito facilmente, gosta de ouvir a sua voz, pronunciando sons variados e de brincar enquanto está a comer. É, normalmente, nesta fase que começam a romper os primeiros dentes de leite.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Sorriso de bebê tem efeito de droga na mãe, sugere estudo

Esse sorriso é mesmo uma viagemmmm :)

Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que o sorriso de um bebê pode provocar na mãe uma reação de prazer semelhante a que se obtém com o uso de drogas.

A equipe de especialistas, do Texas Children's Hospital, realizou uma experiência com 28 mães de primeira viagem, cujos filhos tinham entre 5 e 10 meses de idade.

As voluntárias foram submetidas a exames de ressonância magnética enquanto olhavam fotografias de seus próprios filhos e de crianças desconhecidas.

Algumas fotos mostravam as crianças sorrindo, enquanto outras revelavam expressões neutras ou de tristeza.

O exame mostrava o fluxo sanguíneo nos cérebros das mães e as áreas cerebrais mais ativadas na medida em que elas olhavam as fotos.

Dopamina

Os cientistas verificaram que ao ver imagens de seus filhos sorrindo, áreas do cérebro associadas à recompensa e prazer ficaram "ligadas" ao mesmo tempo em que observaram o aumento da produção da substância química dopamina.

A dopamina estimula o sistema nervoso central, produzindo adrenalina, e está por trás da dependência em jogo, álcool e drogas.

"Estas são as mesmas áreas que foram ativadas durante outros experimentos ligados a dependência de drogas", disse o coordenador da pesquisa, Lane Strathearn.

A força da reação cerebral variava com a expressão facial dos bebês, acrescentou Strathearn.
Os cientistas verificaram maior atividade cerebral quando as mães viam as fotos de seus filhos sorrindo. Ao ver expressões de tristeza em seus bebês a reação do cérebro era bem menor.

Os pesquisadores também observaram poucas diferenças entre as atividades cerebrais das mães quando viam fotos de seus bebês chorando e suas reações ao ver imagens de crianças desconhecidas chorando.

Os especialistas afirmam que o estudo, divulgado na publicação científica Pediatrics, pode explicar a forte ligação entre mães e filhos.

"A relação entre mãe e filho é crucial para o desenvolvimento da criança e algumas vezes essa ligação não se constrói normalmente", disse Lane Strathearn.

"Negligência e abuso podem resultar em efeitos devastadores para o crescimento da criança", completou o pesquisador.