20 Fevereiro 2011

Bruxismo





Bruxismo em criança: uma das causas pode ser o fator emocional


Estudo mostra que fatores externos e estresse podem agravar o costume de ranger os dentes nas crianças

Qual pai ou mãe não fica agoniado ao ver o filho ranger os dentes enquanto
dorme? Para detectar os motivos que levam algumas crianças a sofrerem de
bruxismo - sobrecarga de força de um dente no outro --, uma pesquisa realizada
pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) avaliou 652 crianças de 7 a 10 anos, estudantes do ensino fundamental na cidade de Belo Horizonte.

O estudo, que por meio de testes psicológicos traçou a personalidade e níveis de estresse das crianças, identificou o hábito em 35,3% dos avaliados. “O perfil psicológico daquelas que têm bruxismo é ser muito responsável, cumpridor impecável de tarefas, com tendência a ser perfeccionista, bem como dificuldade de lidar com conflitos, pressões, raiva e ansiedade”, constata Júnia Serra-Negra, odontopediatra, professora da Faculdade de Odontologia da UFMG e autora do estudo -- que será publicado na International Journal of Paediatric Dentistry.

Nesses casos, o ranger dos dentes serve como válvula de escape dessas situações.

Segundo a pesquisadora, o bruxismo em crianças é pouco explorado, e alguns estudiosos acreditam que ele seja apenas um fator mecânico. Ou seja, como a criança tem a fase de troca dos dentes, e alguns ficam em tamanhos diferentes, a mandíbula do queixo, que é móvel, procura um ponto de equilíbrio durante essa instabilidade, daí o surgimento do hábito. Mas o resultado da pesquisa mostrou outro lado importante: o fator emocional.

Mudanças na rotina

Não pense que agora seu filho tem de ser irresponsável para deixar o costume de lado. Mas é hora de atentar para o dia a dia da criança e perceber o que pode provocar uma sobrecarga de responsabilidade em sua vida. Atividades esportivas e artísticas aliviam a tensão, e são ótimas para quem sofre com o distúrbio. Porém, caso se transformem em uma obrigação, farão o efeito inverso.

A estatística do bruxismo é grande ainda naquelas crianças que têm responsabilidades que não são de sua idade, como tomar conta da casa ou do irmão mais novo, por exemplo. Segundo a pesquisa, ele atinge 80% delas.

Alguns fatores externos também podem agravar o problema, como dormir de luz acesa, com a TV ligada ou ficar muitas horas no computador antes de deitar.

“Esses estímulos sonoros e luminosos interferem no ciclo do sono, mesmo que a criança não acorde, e podem ser um gatilho para o bruxismo”, diz a especialista.

Por isso, um ambiente tranquilo para o descanso ajuda no bem-estar da criança.

A percepção dos pais

De acordo com Júnia, embora a maioria das famílias saiba o que é bruxismo, algumas ainda associam o hábito com algum fator sobrenatural, como bruxaria ou maus espíritos, por conta do nome. “Vale esclarecer que o problema nada tem a ver com essas questões, mas que há, sim, um forte componente emocional por trás dele. Por isso, um trabalho em conjunto com um dentista, psicólogo e neurologista (para descartar outros distúrbios do sono que possam levar ao hábito) é o que precisa ser feito”, diz.

Além dos desconfortos que o hábito pode trazer, como dores de cabeça, nas têmporas e enxaqueca, se o bruxismo não for tratado, além de prejudicar a estrutura do dente, pode levar à perda do mesmo. A especialista afirma ainda que placas, como as de silicone ou acrílico, usadas por adultos para proteger os dentes à noite, tem restrições para crianças, porque podem comprometer seu crescimento.


Fonte

23 Novembro 2010

Prepare o primogênito para a chegada do irmão




Nada como um bom papo para explicar que a família vai ganhar um novo integrante.
Por Paula Desgualdo

Não é fácil para uma criança entender e aceitar que os pais optaram por ter outro bebê. Para ajudá-la a digerir a idéia e mostrar que seu espaço na família não está ameaçado, a regra é soltar o verbo. “Falar é sempre a melhor alternativa, independentemente da idade”, ressalta Ada Morgenstern, professora de psicanálise da criança do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo. O que muda, conforme a idade, é o tom da conversa.

Se o pequeno só balbucia o bê-á-bá, não adianta apostar em longos discursos. Nesse caso, é preferível esclarecer, por exemplo, que a barriga da mamãe irá aumentar porque ali está crescendo um irmãozinho. Já os maiores são capazes de compreender que o bebê a caminho será um ser com necessidades e sentimentos próprios. Desde o momento da notícia, inclusive, os pais podem estimulá-los a compartilhar, no futuro, uma parcela de responsabilidade em relação ao caçula – sem forçar a barra ou sobrecarregá-los, é claro.

Apesar de o ciúme ser inevitável, as reações do filho estão diretamente associadas à forma como os pais encaram a gravidez. Por isso, nada de transmitir insegurança. “A melhor maneira de contar é envolver a criança e criar a possibilidade de que a situação nova seja boa para ela”, aponta Luciene Tognetta, do Laboratório de Psicologia Genética da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Uma dica: no período próximo ao nascimento do novato na família, evite fazer transformações bruscas no cotidiano do mais velho. “A chegada do irmão já é uma mudança muito dura para ele”, afirma Luciene. Colocar na escola, tirar o bico da mamadeira ou alterar a decoração do quarto pode dificultar esse momento de transição na vida do pequeno.

Fonte

22 Junho 2010

Bisfenol-A

O que é bisfenol-A (BPA)?
O bisfenol-A é um produto químico usado na fabricação de plásticos. O BPA também é utilizado no revestimento interno de quase todas as latas de alimentos e bebidas, inclusive em latas de fórmula para bebês.

Por que o bisfenol A é usado em recipientes de comidas e bebidas?
Porque ele é transparente, forte, leve e duradouro e torna o plástico mais resistente a rachaduras. O revestimento de BPA usado no interior de latas de comida e bebida evita que as latas enferrujem.

O contato com o bisfenol-A traz riscos à saúde?
Nos últimos 10 anos, estudos com animais realizados em laboratório sugeriram que quantidades mesmo muito pequenas de bisfenol-A podem ser prejudiciais para a saúde, afetando principalmente o desenvolvimento de bebês e crianças pequenas.

Quais são os possíveis perigos do bisfenol-A para a saúde?
Os perigos incluem alterações no desenvolvimento do sistema nervoso do bebê (função da glândula tiroide e crescimento do cérebro); mudanças no comportamento e no desenvolvimento do intelecto (hiperatividade e agressividade). O bisfenol-A também foi associado à obesidade, problemas cardíacos, diabetes, câncer, puberdade precoce e tardia, abortos, infertilidade e anormalidades no fígado. Pesquisas já associaram o químico a problemas sexuais em homens, como a diminuição da qualidade e da quantidade de esperma.

Como estamos expostos ao bisfenol A?
Bebês e crianças:
há duas formas mais comuns de contato com o BPA:

1 – O BPA pode ser transmitido para criança através do consumo de alimentos ou bebidas acondicionadas em plástico, como mamadeiras, copinhos, pratinhos e talheres. É importante salientar que o aquecimento da mamadeira leva a um maior desprendimento do bisfenol-A, no entanto, em mamadeiras de plástico a migração vai acontecer independe dela ser aquecida ou não.
2. O BPA também pode migrar de latas, como as de leite em pó, e assim ser ingerido pela criança. É cientificamente comprovado que o bisfenol-A passa pela placenta e a contaminação do feto ocorre sempre que a mãe ingerir um produto que esteve em contato com o químico.

Adultos: Pela ingestão de alimentos ou bebidas provenientes de latas, recipientes plásticos usados para guardar alimentos na geladeira, garrafas (squeezes) e garrafões.

Como evitar o contato com o bisfenol A?
- Consuma frutas e hortaliças frescas. Ao comprar conservas prefira as de vidro. - Não aqueça comidas ou bebidas em recipientes de plástico. - Rejeite qualquer recipiente de plástico que estiver velho, gastou ou turvo. Isto inclui garrafas d’água. Para acondicionar alimentos prefira os de aço inox, cerâmica ou vidro.

Como proteger o meu bebê do bisfenol A?
- Evite ingerir bisfenol-A se estiver grávida ou em fase de amamentação;
- Dê leite materno;
- Prefira mamadeiras de vidro ou que tenham o selo BPA free.

Para mais informações, pesquisas e notícias sobre o bisfenol-A

21 Junho 2010

Sobre refluxo


Vez ou outra as mães me perguntam sobre refluxo, vou contar um pouco da minha experiência, pois meu bebê também teve, é preciso alguns cuidados e, claro, paciência.

O Refluxo Gastroesofágico (RGE) é a volta involuntária do conteúdo do estômago para o esôfago causando sintomas incômodos e/ou complicações. Pode se manifestar através de vômitos (quando o leite volta coalhado pelo suco gástrico) ou pela regurgitação (quando o leite volta integro, sem atingir o estomago) ou ainda em alguns casos sem a eliminação do leite ( refluxo oculto).

Existe o refluxo fisiológico e o patológico. A maioria das crianças tem o fisiológico, mesmo colocando o leite pra fora a criança não perde peso ou pelo menos não perde de forma preocupante, só o pediatra pode avaliar (o ideal é levar num gastro-pediatra).

Procure deixar a criança o mais ereta possível durante o dia e o berço deve ser inclinado pra que a cabeça fique mais elevada que o corpo (isso é muito importante, existem berços anti-refluxo que vc já adequa a posição). É melhor q a criança durma de lado e sobre o braço esquerdo, essa posiçao vai acelerar o esvaziamento do estômago e se ela tiver refluxo não corre o risco de engasgar. Vc pode usar um rolinho pra ajudar na postura. Fora isso, manter a criança ereta após a amamentação por pelo menos 40 minutos (é cansativo pq a criança fica muito no colo, mas é importante). E evite o bebê conforto, na posição semi-sentado faz pressão no abdômen e facilita o refluxo.

Ah, lembrar que o leite materno é o melhor, às vezes a mãe pensa em comprar o leite AR (anti-refluxo) ou engrossar mamadeira...isso só se a criança não mamar no peito mesmo. O leite materno é menos ácido (reduz o incômodo da azia) e digerido bem mais rápido (o que evita que o leite passe muito tempo no estômago e aumente a chance de refluir). Evite o enchimento excessivo do estômago, ofereça o leite várias vezes em menores quantidades.

E quando isso acaba??? Quando a postura do bebê vai ficando mais ereta. Por volta dos 6 meses, quando o bebê começa a sentar, percebe-se uma boa melhora. Mas, a maioria das crianças ficam bem mesmo quando começam a andar, por volta de um ano.

10 Maio 2010

Dia das mães

"Mãe não tem limite, é tempo sem hora, luz que não apaga quando sopra o vento e chuva desaba...Mãe não morre nunca, mãe ficará sempre junto de seu filho e ele, velho embora, será pequenino feito grão de milho"
(Carlos Drummond de Andrade)

07 Maio 2010

Desfralde...finalmente dando adeus às fraldas


Com 2 anos iniciei o processo de desfralde. Confesso que não foi fácil, até pensei em desistir, achei que ele ainda não estava preparado. Foram cerca de 2 meses e meio. O cocô ele aprendeu logo, o xixi escapava toda hora. O penico ele usou pouco, preferiu ir direto para o vaso sanitário. Bem, é preciso paciência e é importante perceber o momento da criança para não "forçar" o processo antes da hora. Hoje está um mocinho, só usa fralda a noite (e normalmente amanhece sequinha).

Leituras interessantes sobre o tema:



Livro que comprei pra ele na época e gostamos bastante:

Cocô no trono - Benoit Charlat - Cia das letrinhas

2 aninhos




Dia 17/01/2010 Pedro completou 2 aninhos. Teve bolinho em Recife para os avós, primos e tios e outro bolinho em SP com papai e mamãe. O tema foi CARROS e ele curtiu tudo!!!!
Guloseimas personalizadas e imã de geladeira-calendário feitos pelo Armazém de ideias, eu recomendo: http://armazem-ideias.blogspot.com/

Gengivoestomatite Herpética Aguda

Em novembro de 2009 Pedro teve Gengivoestomatite Herpética Aguda (GHA).
Foi um momento muito difícil, primeiro não tinhamos o diagnóstico, ele sentia muitas dores na boca, gengiva vermelha e "esponjosa", muitas aftas, 7 dias de febre, não comia e nem bebia água e por isso foi internado pra ficar no soro. Mas, graças a Deus...passou!!
Ah, nesta época, por causa das dores na boca, ele deixou a chupeta e a mamadeira.
Gengivoestomatite Herpética Aguda

Descrição
Infecção primária (primo-infecção) herpética, aguda, que acomete crianças e adultos jovens, caracterizada principalmente pelo surgimento de lesões vesiculosas e ulceradas na mucosa oral, língua e gengiva. Contágio: a transmissão é feita pelas secreções da orofaringe. Incubação: 2 a 14 dias.
Idade Predominante
Maior incidência ocorre entre 1 e 5 anos de idade, principalmente em crianças de creches, pela facilidade do contágio.
Tratamento:
O tratamento visa reduzir os sintomas.Recomenda-se uma boa higiene oral. Mesmo com sangramento e dor, a escovação completa e suave das gengivas é importante para reduzir as chances de uma infecção secundária, provocada por bactérias normalmente existentes na boca.
A dieta deverá ser bem equilibrada e nutritiva, com alimentos leves e não condimentados, para diminuir o desconforto na ingestão das refeições.

Expectativas (prognóstico):

As gengivoestomatites variam de moderadas e levemente desconfortáveis a graves e doloridas. Em geral, as úlceras se resolvem em 2 ou 3 semanas, com ou sem tratamento, embora este possa reduzir o desconforto e apressar a cicatrização.
Fonte:
Mais informações:

O que é e a que se deve a gengivo-estomatite?
A gengivo-estomatite é uma infecção muito contagiosa, auto-limitada, que se deve a um vírus - herpes simples tipo 1. Manifesta-se sobretudo em crianças, entre os 6 meses e os 5 anos de idade. A infecção transmite-se por contacto e tem um período de incubação de 2 a 12 dias.

Sintomas
Os sintomas da gengivo-estomatite incluem mais habitualmente:
Febre elevada
Irritabilidade
Recusa alimentar
Presença de pequenas lesões (vesículo-ulcerativas) dolorosas, nas gengivas, lábios e língua
Mau hálito
Produção excessiva de saliva
Aumento de volume dos gânglios sub-maxilares
Normalmente a doença mantém-se durante cerca de uma semana. Simultaneamente ocorre alguma perda de peso, que a criança recupera rapidamente depois da doença.

Tratamento
O tratamento da gengivo-estomatite tem como objectivo manter a criança o mais confortável possível e inclui:
Aplicação de desinfectantes e analgésicos locais
Administração de antipiréticos
Oferta de muitos líquidos a beber para garantir uma hidratação adequada.
Devem também ser introduzidas algumas alterações da dieta. Assim, os alimentos devem ser frios e moles, entre os quais leite, papas, gelatinas, sopa fria passada, fruta esmagada (banana, maçã). Devem ser evitados os citrinos pelo facto da acidez poder agravar as dores.

Nalguns casos em que não seja possível assegurar uma ingestão adequada de líquidos, poderá ser necessário internar a criança para hidratação através da administração de soros endovenosos.
Prevenção
Durante o período activo da doença, a criança não deve frequentar o infantário ou a escola, pelo perigo de contágio.

Férias em Pernambuco








Em outubro de 2009 passamos 15 dias em Maria Farinha - PE. Pedro aproveitou DEMAIS, curtiu MUITO os avós, primos, tios e até hoje lembra desses dias que passamos lá.
Aí vão algumas fotos, inclusive do primeiro corte de cabelo ;)

Tentando voltar...

Olá todos, faz tempo que não atualizo o blog, confesso que deixei o blog de lado, é que a vida está muito corrida . Tentarei voltar aos poucos, tentarei atualizar os acontecimentos mais importantes de outubro passado até aqui.

Ah, Pedro tá lindo, com 2 anos e 3 meses, fala tudo, errado, mas fala :)
Muito esperto, carinhoso, birrento, manhoso, curioso...um típico bebezão de 2 anos ;)

08 Outubro 2009

Inseparável paninho

Você anda intrigada com o fato de seu filho resmungar toda vez que você precisa lavar aquele coelho de pano prá lá de sujo de tanto ser arrastado pela casa, pelo parque e ir para o berço? É, de fato esses paninhos são objetos muito queridos para as crianças nessa faixa etária. Significa inconscientemente o seio da mãe. Com ele a criança se sente mais segura e tranqüila, como se fosse um aconchego. Recebem até um nome pomposo: objeto transacional ou de transição. Por isso, não há motivos para tirá-lo. Não agora!


Mas, se toda vez que o coelho vai para a lava-roupa e depois para o varal, seu filho não gosta e abra um berreiro muito grande, o jeito é chamá-lo para ajudar a lavar o trapinho e participar da limpeza. Se for o caso de substituí-lo, faça-o lentamente. Ou seja, deixe o paninho antigo com o novo. As chances de, com o tempo, ele transferir para o novo o que o outro representa pode ser grande, porque para a maioria das crianças o importante é o cheiro, que lhe é familiar.


Só que essa tática nem sempre dá certo. E então resta à família sentar e espera a fase passar. Aos poucos, a criança troca o pano por outros objetos do coração, como um brinquedo. Incentivá-lo com outras brincadeiras pode ajudar a esquecer o coelho maltrapilho mais cedo. O ideal é que a criança abandone a idéia de ter um paninho até os 5 anos. Depois dessa idade, os interesses são outros como, por exemplo, o início da alfabetização. Se o pano persiste em fazer parte do cotidiano infantil, então uma conversa com um profissional sobre a continuidade dessa mania deve ser considerada. Já imaginou arrastar um mesmo paninho ou coelhinho por cinco anos seguidos? Só mesmo o Linus, das tirinhas do Snoopy.
Fonte: revista Crescer

16 Setembro 2009

Asma

A asma é uma doença crônica que, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), atinge entre 100 e 150 milhões de pessoas em todo o mundo. Pensando nisso, foi criado o site www.mitosdaasma.com.br
A iniciativa tem como objetivo educar a população, promovendo informações sobre a doença.
No site os visitantes encontram orientação sobre sintomas, causas e prevenção da doença. O hotsite traz ainda um quiz, que ajuda, de maneira simples e divertida, a esclarecer vários mitos e verdades sobre a doença, como as perguntas: “será que a asma é igual para todos?”, “meu filho não precisa tomar a medicação prescrita todos os dias?”, ou ainda, “a medicação influencia nos sintomas da asma?”
Além disso, quem acessar o site pode entrar em uma das quatro seções: “ajude a prevenir os sintomas da asma”, “parceria com seu médico”, “recursos para a asma” e “asma e seu filho”. Em todas, é possível encontrar desde um questionário para identificar se a asma está de fato sob controle até dicas de como prevenir as crises.
Este post foi uma sugestão de Aline Almeida - Ketchum Estratégia - Brasil

10 Setembro 2009

Cia dos bichos - Cotia - SP

cocó

alimentando as ovelhas
coelhinho


Fizemos um passeio legal no fim de semana, fomos a Cia dos Bichos que fica na cidade de Cotia/SP. Pedro gostou bastante, no final saiu se despedindo dos animais "tal bode", "tal vaca", "ovelha béééééé" :)

26 Agosto 2009

Não quer comer???

Meu filho não quer comer!

Primeiro, é preciso observar melhor se a criança realmente não esta comendo nada. Será que, ao contrário de pouco apetite, não é o prato que está cheio demais? Vale lembrar que criança não é adulto pequeno. Cada uma é pessoa única, com necessidades nutricionais específicas da idade e proporcionais ao seu próprio gasto de energias. Assim, o Pedrinho come mais que o Joãozinho, ficando claro que ambos têm uma saúde de ferro.

Outra questão a ser lembrada é se a refeição recusada não acaba sendo substituída pela mamadeira. Seu filho certamente já notou que a birra na hora de comer faz surgir aquele leitinho de que tanto gosta. Daí a manter a boca fechada é um pulo.


Costuma resolver

Experimente colocar pouca quantidade no prato de cada vez. Uma montanha de comida é, no mínimo, desestimulante, dá vontade de desistir.
Não force para que a criança coma tudo, mas, caso isto aconteça, elogie e...repita a dose.
Evite oferecer líquidos (água ou sucos) durante as refeições. Deixe para depois ou reserve para os intervalos entre elas. Tudo para preservar o apetite.
Se a criança recusar os outros alimentos pedindo mamadeira, insista para que coma. Caso isto não aconteça, dê a mamadeira com uma quantidade de leite, cada vez menor. Quando seu filho reclamar de fome, ofereça de novo a comida.
Não permita que coma biscoitos e iogurtes em excesso nos intervalos. Opte por uma fruta que é saudável e digerida em menos tempo, o que garante a fome na hora da refeição.


1 a 2 anos

Eles preferem brincar

A partir do primeiro ano de vida, a prioridade absoluta é se movimentar, aprender a andar sozinha, brincar. Quem disse que a criança vai largar o que está adorando fazer só por que está na hora do almoço? Uma boa idéia, então, é começar a chamá-la uns dez minutinhos antes para que conclua a brincadeira e almoce em paz, sem brigas.

É importante que ela se adapte a esta rotina: horário certo e o seu lugar de comer. No fim de semana, é claro, pode-se abrir uma exceção para não prejudicar o programa da família. Mas, veja bem, trata-se de uma exceção. A regra é diferente.


Se a criança se mostra ativa e sua curva de crescimento (peso e altura) é normal para a idade, não há porque se preocupar. Qualquer dúvida, converse com o pediatra. E nunca dê remédios, estimulantes de apetite ou vitaminas, sem consultá-lo antes.

O que agrada

Sabores doces; alimentos na consistência de purês; comidas com um pouco de sabor, por exemplo, um pouco de sal ou temperadinha com um pouco de cebola.

O que não faz sucesso

Verduras. (coma saladas na frente de seu filho. Os pais servem de espelho para suas crianças); legumes. (arrume o prato bem colorido); alimentos salgados, temperados demais ou com muito molho; frutas ácidas; novidades diárias no cardápio.

Fonte

19 Agosto 2009

Recife: duas semanas na casa da vovó


Com o fechamento das escolas/creches em SP fomos passar duas semanas em Recife visitando a família. Pedro aproveitou muito, foi ao parque, a praia e tomou muita água de coco. Curtiu os avós, tios e primos. Foi tudo bom d++

26 Julho 2009

Neném passeia, mesmo se está frio

Sair de manhã e levar seu filho para conhecer as árvores, os bichos, outras crianças. Existe programa melhor? Mas as mamães temem que a umidade e o frio provoquem doenças. Nada complicado: basta tomar alguns cuidados e...aproveitar a gostosa companhia.

Se o dia está apenas nublado ou apresenta um solzinho tímido, a criança está bem de saúde, com as vacinas em dia e já entrou no segundo mês de vida, não há razão para deixá-la sem uma volta ao ar livre. Qualquer dúvida, converse com o pediatra.

Pé na estrada
Em um dia frio, mas ensolarado (como geralmente acontece nas cidades do sul do Brasil), saia de casa um pouco mais tarde – em torno de 9h e 9h30m. Depois das 10h, evite expor o neném diretamente ao sol, pois a partir desse horário, os raios ultravioleta são prejudiciais à sua saúde. Caso resolva permanecer um pouco mais, procure um local de sombra. De qualquer modo, é ideal que o passeio não dure mais que 30 ou 40 minutos, a não ser que o tempo piore, o que indica a imediata volta para casa.
Se o dia estiver muito frio, altere um pouquinho o horário e o roteiro do programa. Saia, por exemplo, às 10h30m e opte por um lugar mais próximo e sem muita umidade, como o playground do seu prédio, por exemplo.
No Rio de Janeiro, nas cidades do Nordeste e em outras regiões mais quentes, não há problema em sair mais cedo com o bebê– lá pelas 7h – e voltar para casa em torno das 9h. Com os mesmos cuidados, é claro, em relação aos raios solares.

Atenção!
A ação do frio é capaz de ressecar a pele da criança. Se achar necessário, faça uma hidratação com um creme especial, no rosto e no corpinho, depois do banho. Peça ao pediatra que indique um produto de boa qualidade.

No bom caminho
O trajeto que você percorre levando seu filho no carrinho, conta muito: nada de ruas enfumaçadas, cheias de tráfego, buzinas e poluição. Prefira pracinhas arborizadas que são pontos de encontro de crianças.
O calçadão da praia pode ser uma escolha excelente, mas em algumas regiões há ventos fortes e desagradáveis, que podem deixar a criança sujeita a otites ou doenças respiratórias.

Atenção!
Evite passeios no shopping. Esse e outros lugares fechados, como os elevadores ou as pracinhas internas dos centros comerciais, são ambientes de ar refrigerado. Por isso, facilitam a reprodução de ácaros e favorecem a transmissão de doenças. Vale lembrar que, apesar do frio, os espaços abertos são sempre os mais saudáveis.


Zilda Ferreira
Consultoria: Regina Sarmento,
nutricionista materno-infantil e especialista em Cuidados com o Bebê

17 Julho 2009

1 ano e meio

Hoje, 17/07/2009, nosso bebezinho amado completa 1 ano e meio!
Parabéns, filho!!!

O que um bebê de um ano e meio consegue fazer?

Um ano e meio é aquela fase em que costumamos dizer que a “pilha” deles não acaba nunca. Os bebês com essa idade são agitados e não param quietos nem um minuto.

Quanto mais habilidades eles ganham, maiores as travessuras. Seu desenvolvimento motor permite saltar sobre os dois pés, andar quase correndo, subir e descer escadas, ficar sentado sozinho em uma cadeira. Brincando, consegue puxar um carrinho pela corda, fazer uma torre com 3 ou 4 cubos, rabiscar uma folha de papel.

A sociabilidade da criança de 1 ano e meio é grande. Ela começa a buscar sua autonomia e insiste em realizar sozinha algumas tarefas como segurar o copo d’água, buscar um brinquedo na prateleira, tirar o sapato. Por outro lado, requer a participação da mãe em todas as suas atividades.

Já a convivência com outras crianças é complicada. Eles acreditam que outros bebês são como os seus brinquedos e insistem em puxar, empurrar, bater, agarrar, morder. Fazem isso não para maltratar, mas para se divertir.

Conseguem entender mais palavras do que falar. Emitem apenas umas 10 palavras, mas conseguem compreender mais do dobro disso.

Nessa fase, os bebês começam a atender aos pedidos dos pais. Se disserem para a criança abrir a boca bem grande para escovar os dentes, eles abrem. Se mandarem parar de bater no amiguinho, eles param. Com um ano e meio eles já estão maduros o suficiente para receber ordens básicas. Ter disciplina nessa etapa é fundamental para seu futuro, pois nessa idade é criada a base da educação da criança. Desde cedo eles precisam ter maturidade para respeitar e obedecer às ordens básicas.

19 Junho 2009

Mel de abelhas remedia saudavelmente



Ideal para combater cansaço devido às suas propriedades energéticas, o mel combate à gripe, tosse e demais doenças.

Sendo um nutriente rico em propriedades naturalmente antiinflamatórias e anti-bacterianas, o mel é excelente fonte energética de saúde. Segundo a médica ortomolecular Diana Campos, o ideal seria a que consumo de uma colher de sopa de mel ao dia.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) também considera o alimento o mais completo da natureza, uma vez que oferece mais de 70 substâncias essenciais ao organismo.

Encontrado nas mais diferentes formas, atualmente o mel pode ser consumido de acordo com o objetivo que se pretende alcançar. Os méis compostos, por exemplo, produzidos pela Néctar Floral, compõe diversos extratos vegetais e extrato de própolis, cada um com propriedades e benefícios específicos diferentes dos encontrados no mel puro, a depender da flor que a abelha polimizou.

O Mel com Própolis e Agrião é excelente para auxiliar no tratamento de gripe, resfriado, tosse e bronquite; enquanto o Mel com Própolis e Eucalipto, além disso, é eficiente também contra as inflamações da boca, garganta e gastro-intestinais.

É importante salientar que, ao contrário do açúcar de cana, que é processado com muita química, o mel de abelhas é composto de açúcares simples que entram direto na corrente sangüínea, promovendo energia imediata ao organismo.

"Aliás, o mel é o melhor e mais antigo adoçante usado pelo homem, o único que contém proteínas, vitaminas e sais minerais", afirma o gerente nacional da Néctar Floral, Maurílio César Pinto, lembrando que o mel produzido pela sua empresa é totalmente orgânico, ou seja, sem aplicação de inseticidas na fonte.

Dica

Para os menos adeptos de açúcares, o uso na gastronomia é uma boa pedida, podendo ser utilizado na pincelagem de carne assada, sobremesas ou no lugar do açúcar branco que é pura caloria.

Fonte