quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Inseparável paninho
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Asma

quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Cia dos bichos - Cotia - SP
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Não quer comer???

Meu filho não quer comer! |
Outra questão a ser lembrada é se a refeição recusada não acaba sendo substituída pela mamadeira. Seu filho certamente já notou que a birra na hora de comer faz surgir aquele leitinho de que tanto gosta. Daí a manter a boca fechada é um pulo.
Costuma resolver





1 a 2 anos
Eles preferem brincar
A partir do primeiro ano de vida, a prioridade absoluta é se movimentar, aprender a andar sozinha, brincar. Quem disse que a criança vai largar o que está adorando fazer só por que está na hora do almoço? Uma boa idéia, então, é começar a chamá-la uns dez minutinhos antes para que conclua a brincadeira e almoce em paz, sem brigas.
É importante que ela se adapte a esta rotina: horário certo e o seu lugar de comer. No fim de semana, é claro, pode-se abrir uma exceção para não prejudicar o programa da família. Mas, veja bem, trata-se de uma exceção. A regra é diferente.

Se a criança se mostra ativa e sua curva de crescimento (peso e altura) é normal para a idade, não há porque se preocupar. Qualquer dúvida, converse com o pediatra. E nunca dê remédios, estimulantes de apetite ou vitaminas, sem consultá-lo antes.
O que agrada
Sabores doces; alimentos na consistência de purês; comidas com um pouco de sabor, por exemplo, um pouco de sal ou temperadinha com um pouco de cebola.
O que não faz sucesso
Verduras. (coma saladas na frente de seu filho. Os pais servem de espelho para suas crianças); legumes. (arrume o prato bem colorido); alimentos salgados, temperados demais ou com muito molho; frutas ácidas; novidades diárias no cardápio.
Fonte
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
domingo, 26 de julho de 2009
Neném passeia, mesmo se está frio

sexta-feira, 17 de julho de 2009
1 ano e meio
Parabéns, filho!!!
O que um bebê de um ano e meio consegue fazer?
Um ano e meio é aquela fase em que costumamos dizer que a “pilha” deles não acaba nunca. Os bebês com essa idade são agitados e não param quietos nem um minuto.
Quanto mais habilidades eles ganham, maiores as travessuras. Seu desenvolvimento motor permite saltar sobre os dois pés, andar quase correndo, subir e descer escadas, ficar sentado sozinho em uma cadeira. Brincando, consegue puxar um carrinho pela corda, fazer uma torre com 3 ou 4 cubos, rabiscar uma folha de papel.
A sociabilidade da criança de 1 ano e meio é grande. Ela começa a buscar sua autonomia e insiste em realizar sozinha algumas tarefas como segurar o copo d’água, buscar um brinquedo na prateleira, tirar o sapato. Por outro lado, requer a participação da mãe em todas as suas atividades.
Já a convivência com outras crianças é complicada. Eles acreditam que outros bebês são como os seus brinquedos e insistem em puxar, empurrar, bater, agarrar, morder. Fazem isso não para maltratar, mas para se divertir.
Conseguem entender mais palavras do que falar. Emitem apenas umas 10 palavras, mas conseguem compreender mais do dobro disso.
Nessa fase, os bebês começam a atender aos pedidos dos pais. Se disserem para a criança abrir a boca bem grande para escovar os dentes, eles abrem. Se mandarem parar de bater no amiguinho, eles param. Com um ano e meio eles já estão maduros o suficiente para receber ordens básicas. Ter disciplina nessa etapa é fundamental para seu futuro, pois nessa idade é criada a base da educação da criança. Desde cedo eles precisam ter maturidade para respeitar e obedecer às ordens básicas.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Mel de abelhas remedia saudavelmente

Ideal para combater cansaço devido às suas propriedades energéticas, o mel combate à gripe, tosse e demais doenças.
Sendo um nutriente rico em propriedades naturalmente antiinflamatórias e anti-bacterianas, o mel é excelente fonte energética de saúde. Segundo a médica ortomolecular Diana Campos, o ideal seria a que consumo de uma colher de sopa de mel ao dia.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) também considera o alimento o mais completo da natureza, uma vez que oferece mais de 70 substâncias essenciais ao organismo.
Encontrado nas mais diferentes formas, atualmente o mel pode ser consumido de acordo com o objetivo que se pretende alcançar. Os méis compostos, por exemplo, produzidos pela Néctar Floral, compõe diversos extratos vegetais e extrato de própolis, cada um com propriedades e benefícios específicos diferentes dos encontrados no mel puro, a depender da flor que a abelha polimizou.
O Mel com Própolis e Agrião é excelente para auxiliar no tratamento de gripe, resfriado, tosse e bronquite; enquanto o Mel com Própolis e Eucalipto, além disso, é eficiente também contra as inflamações da boca, garganta e gastro-intestinais.
É importante salientar que, ao contrário do açúcar de cana, que é processado com muita química, o mel de abelhas é composto de açúcares simples que entram direto na corrente sangüínea, promovendo energia imediata ao organismo.
"Aliás, o mel é o melhor e mais antigo adoçante usado pelo homem, o único que contém proteínas, vitaminas e sais minerais", afirma o gerente nacional da Néctar Floral, Maurílio César Pinto, lembrando que o mel produzido pela sua empresa é totalmente orgânico, ou seja, sem aplicação de inseticidas na fonte.
Dica
Para os menos adeptos de açúcares, o uso na gastronomia é uma boa pedida, podendo ser utilizado na pincelagem de carne assada, sobremesas ou no lugar do açúcar branco que é pura caloria.
Fontedomingo, 14 de junho de 2009
Língua geográfica
A língua geográfica é causada por alergia?
Como é feito o diagnóstico?
Como tratar?
Fonte
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terça-feira, 2 de junho de 2009
O colo da mamãe alivia a dor
Um estudo orientado por Ruth Gunsburg, professora do Departamento de Pediatria da Unifesp, constatou que um colinho de mãe em conjunto com solução glicosada a 25% (água com açúcar) pode diminuir a sensação de dor que o bebê sente nas intervenções doloridas.
Os indicadores de dor avaliados foram a mímica facial, frequência cardíaca e saturação de oxigenação e também foi avaliado o tempo de duração desses sintomas.
Para chegar à conclusão de que o colo da mamãe faz diferença, foram estudados quatro grupo de bebês quando estes tomaram a vacinação contra a hepatite B.
No primeiro grupo, foi oferecido à criança apenas a solução glicosada. No segundo, foi pedido para que as mães ficassem em contato direto com o seu filho na vacinação. Já o terceiro grupo foi beneficiado com os dois procedimentos: solução glicosada e colo de mãe. O último foi o grupo controle onde foi realizada somente a vacinação.
A explicação para a solução glicosada diminuir a sensação de dor é que a estimulação do paladar libera substâncias calmantes. O contato pele a pele com a mãe diminuiu a duração de resposta à dor e atenuou a experiência dolorosa.
Fonte
terça-feira, 26 de maio de 2009
Pipoca "NO" microondas e não "DE" microondas
Como quase toda criança adora pipoca (como eu), deixo aqui uma dica para as mães, uma receita de pipoca "NO" microondas e não pipoca "DE" microondas.
Sempre consumi pipoca de microondas por ser mais prático o seu preparo, mas depois de ler uma reportagem no G1 sobre possíveis danos causados pelos "vapores amanteigados" da pipoca de microondas eu resolvi experimentar essa nova receita (e num é que dá certo mesmo!!):
Ingredientes:
- milho comum para pipoca
- água
Preparo:
- Encha a sua mão de milho de pipoca comum em um prato refratário, acrescente 1 colher de sopa de água
- Coloque no microondas com a tampa, por mais ou menos 5 minutos
- Para cada punhado de milho, colocar 1 colher de sopa com água
quinta-feira, 21 de maio de 2009
E por falar em brincar...
domingo, 17 de maio de 2009
Até os seis anos, o mais importante é brincar livremente!
Alfabetização precoce
[...] ATÉ OS SEIS ANOS, O MAIS IMPORTANTE É BRINCAR LIVREMENTE PARA DESFRUTAR A PRIMEIRA INFÂNCIA, QUE DURA TÃO POUCO
Muitas escolas, atentas a esse anseio, passaram a ofertar estímulos para a alfabetização precoce. Os pais, em geral, ficam satisfeitos com esse procedimento e orgulhosos das conquistas dos filhos. Mas essa atitude é boa para as crianças?
Nossa reflexão a esse respeito não pode se basear em estudos sobre vantagens e desvantagens da alfabetização antes dos seis anos. Tal discussão está posta há tempos e não permite conclusão, já que especialistas se dividem em posições opostas e se fundamentam em pesquisas científicas. Talvez o melhor caminho seja pensar em alguns efeitos da introdução precoce da leitura e da escrita.
O primeiro deles é que um bom número dessas crianças não aprende as letras e passa a apresentar o que se convencionou chamar de dificuldade de aprendizagem. Pasmem: muitos médicos têm recebido pais torturados cujos filhos com três, quatro ou cinco anos não acompanham os colegas em tal aprendizado.
Esse fenômeno ocorre porque nem toda criança se interessa por aprender a ler e a escrever o nome dos colegas ou simplesmente não está pronta para enfrentar o processo de alfabetização. Como a escola, em geral, não tem metodologia para lidar com grupos de alunos com diferenças de ritmos e de maturidade entre si, acaba por tratar a média como norma. Assim, crianças que não se situam nessa média costumam ser suspeitas de apresentar algum distúrbio de aprendizagem.
O segundo efeito da alfabetização precoce é que ela contribui para o desaparecimento da infância. Que crianças pequenas já carreguem grande parte do peso do mundo adulto porque não conseguimos mais protegê-las dele é fato. Mas colocá-las intencionalmente nesse mundo é bem diferente.
Até os seis anos, o mais importante é brincar livremente para desfrutar o que pode da primeira infância, que dura tão pouco. Claro que algumas se interessarão pelas letras espontaneamente. Que isso seja tratado como brincadeira, então.
Acelerar a aprendizagem na esperança de uma melhor formação para o futuro é ilusão e equívoco de nossa parte. Cabe aos pais e às escolas a defesa intransigente do direito que a criança tem de ter infância, já que tudo o mais conspira para o desaparecimento dessa fase. Nossas escolhas mostram se realizamos isso ou não.
ROSELY SAYÃO , psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (ed. Publifolha)
sábado, 9 de maio de 2009
Feliz Dia das Mães
presente de dia das mães mais lindo do mundo :)
"Mãe carinhosa, mãe dengosa
Mãe amiga, mãe irmã
Mãe sem ter gerado é a mãe de coração
Mãe solidão,
Mãe de muitos, mãe de poucos
Mãe de todos nós, Mãe das mães
Mãe dos filhos
Mãe-pai: duas vezes mãe
Mãe lutadora e companheira
Mãe educadora, mãe mestra
Mãe analfabeta, sábia mãe
Mãe dos simples e dos pobres
Mãe dos que nada têm e dos que tudo têm
Mãe do silêncio, mãe comunicação
Mãe dos doentes e dos sãos
Mães dos que plantam e dos que colhem
Mãe de quem nada fez e de quem compra feito
Mãe de quem magoou e de quem perdoou
Mãe rica, mãe pobre
Mãe dos que já foram, mãe dos que ficaram
Mãe dos guerreiros e dos guerreados
Mãe que sorri, mãe que chora
Mãe que abraça e afaga
Mãe presente, mãe ausente
Mãe, simplesmente mãe".
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Dependência, choro e responsabilidade
Moro em uma casa cujo muro de uns quinze metros fica bem ao lado de uma escola. A escolinha vai do berçário até o maternal, e algumas tardes quando faz calor e as janelas ficam abertas não tenho como não ficar impressionado com o barulho do choro das crianças. Trata-se de uma das escolas mais caras da cidade e tenho certeza que os pais se orgulham de poder dar o melhor para os seus filhos. Mas isso não impede que os bebês continuem chorando. O que me deixa o coração mais apertado são os bebês de colo, que passam a maior parte do dia aí. Da pra identificar pelo timbre e pela insistência o choro que alguns deles não têm mais do que quatro ou cinco meses.
Por mais incompreensível que isso pareça pra mim que sou pai de uma menina de um ano e de um menino de três, sei que algumas pessoas iriam argumentar: mas será que é tão terrível chorar assim? Vai chegar uma hora que o bebê vai parar de chorar, não é? E se ficarmos sempre a disposição da criança, por qualquer chorinho, ele não vai ficar muito dependente? E depois, não vai acabar sofrendo pra viver em sociedade?
Dependência. É engraçado, às vezes quando acompanho a minha esposa na apresentação dos wraps slings (panos para carregar o bebê) o comentário que ouço com freqüência é: – carregar e ficar com o bebê tão próximo assim não vai fazer com que ele fique muito dependente? Também na França, onde vivi com minha família, pude observar que a grande preocupação das mães era que os seus bebês não ficassem dependentes delas, pois assim elas poderiam voltar mais cedo a trabalhar ou ter outra atividade. Muitas justificavam não ter nem começado a amamentar para justamente não criar essa “dependência”, pois saberiam que em quatro meses após o nascimento já teriam que voltar a exercer suas profissões.
...
Vivemos em um mundo que não reconhece o choro das crianças assim como não reconhece as suas necessidades mais básicas de proximidade e de afeto. Vivemos em um mundo que separa as pessoas, cada vez mais cedo, e onde os vínculos se fragilizam pouco a pouco. Vivemos em um mundo onde a responsabilidade dos pais se dilui e já não se sabe mais quem é que deve assumir a educação dos filhos.
É preciso estar ciente que uma criança é sim inteiramente dependente, e de que são os pais os verdadeiros responsáveis pelo seu bem estar. Se uma criança chora é responsabilidade dos pais atenderem esse choro, e não de alguma forma evitar ouvi-lo.
...
Na verdade, ao deixar voluntariamente um bebê chorar, os pais ou o substituto maternal estão criando um homem que mais tarde poderá ter dificuldades para reconhecer o seu valor, para se ouvir e ser ouvido, e, sobretudo que não acreditará na relevância das suas necessidades. Ao deixarmos um bebê chorar simplesmente, temos grandes chances de estarmos criando um indivíduo perigoso, capaz muitas vezes das maiores violências, pois assim como ele aprendeu a não ter suas sensações e necessidades reconhecidas terá dificuldade de identificar e de reconhecer as necessidades dos seus próximos.
Essa “dependência” nos primeiros anos é necessária e fundamental e ela não dura pra sempre. O interessante é que como na lei física da ação e reação, quanto mais se dá nos primeiros meses em termos de proximidade, mais a criança reage para se liberar e por si só vai se fortalecendo e construindo por si mesma a sua independência, pois ela também já vem “programada” com uma natural necessidade de autonomia.
(texto de Mario Lima - Espaço Aobä - Acompanhando mães e pais - www.aobabebe.com)
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Feliz Páscoa!

Desejo que neste dia, possamos renascer também em nossos corações.
Que neste momento tão especial de reflexão
possamos lembrar daqueles que estão aflitos e sem esperanças.
Possamos fazer uma prece por aqueles que já não o fazem mais,
porque perderam a fé em um novo recomeçar,
pois esqueceram que a vida é um eterno ressurgir.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Seu bebê já fala?
Foto: Pedro "conversando" durante passeio no zoológico de Recife
- Converse muito com seu bebê e, principalmente, olhando para ele. Assim poderá ver os movimentos que a mamãe faz com a boca e as expressões de seu rosto, importantes para a comunicação.
- Na fase de desenvolvimento da fala, não fale em diminutivos e nem como uma “tiancinha” (criancinha). Além de ser algo super chato, falar com jeitinho infantil dificulta o entendimento da criança que ainda não sabe qual o som correto das palavras.
- Nomeie tudo para a criança. A hora do banho é ideal para o pequeno conhecer as partes do corpo com as perguntas: “Onde está o pé? E o cabelo? Os olhos?”. Ou então: qual é a cor dessa maçã?
Atenção:
Proteção em excesso pode atrapalhar a fala - Uma criança que convive na maior parte do seu tempo com adulto e esses adultos fazem tudo para a criança sem que ela precise pedir, como pegar um copo de água quando a criança aponta para o filtro, não tem necessidade de falar.
Os pais precisam entender a seguinte lição: a criança precisa sentir necessidade de falar. É um processo novo e difícil para a criança. Se ela aponta e tem o que quer na mão, sempre usará dessa atitude para conseguir o seu desejo e não será forçada a falar.
Fonte
quarta-feira, 18 de março de 2009
Bom Apetitinho: o blog que minha vó alimenta!
Convido todos vocês para conhecer: http://bomapetitinho.blogspot.com/
terça-feira, 10 de março de 2009
Férias em Recife
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Limpo, mas nem tanto
Experimentar e testar estas sensações são importantes para o equilíbrio da saúde física e emocional.
Recente estudo feito por cientistas britânicos comprova que o contato e a exposição à terra estimulam a felicidade, além de melhorar o humor. Pesquisas comprovam que pacientes tratados com bactérias, normalmente encontradas no solo e não prejudiciais à saúde, sentem significativa melhoria na qualidade de vida.
Isto não significa que os cuidados com a higiene devam ser ignorados, mas devemos salientar que não devem ser supervalorizados para permitir que a criança entre em contato com esse mundo tão rico.
A criança precisa viver com liberdade para experimentar o mundo que a cerca. É importante que tenha o seu momento de se lambuzar com um sorvete; de botar os pés no chão para sentir aquela gostosa sensação de pisar no chão de terra, de grama ou cheio de pedrinhas que lhe provocarão os sentidos, desafiarão o seu equilíbrio de tal forma que esta estranheza lhe permita aprender e olhar por "onde pisa" literalmente.
O bom senso é sempre um bom caminho na busca do equilíbrio. A criança precisa ser protegida, mas merece ter preservado o direito de brincar com a terra, com o barro, com a areia. Ela precisa se sujar até mesmo para poder aprender a se limpar!
Um bom começo é partir do princípio de que tudo pode ser limpo com água e sabão, então por quê não? A Roupa suja, podemos lavar; os pés ficam encardidos e o rosto se lambuza, mas podemos lavar. Enfim, não é justo lhes roubar este prazer de se sentir, de se explorar.
Fonte
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Gelatina pode???





